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Relação mães e filhos

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21 maio 2021

 Entenda como o autoconhecimento é a chave para as mães que querem preservar um bom relacionamento com os filhos


De acordo com Heloísa Capelas, as mães devem aprender a olhar para si mesmas e questionar crenças antigas para que possam tornar a convivência com os filhos plena e salutar

 

Diante dos desafios cotidianos, entre eles a relação mães e filhos, é sempre importante voltar a atenção para aquelas mães que se autocriticam, que se culpam e que se sentem inseguras com a forma como exercem sua maternidade. Isso acontece, infelizmente, com mulheres de todos os tipos que são constantemente confrontadas pelos velhos conceitos e paradigmas acerca do que significa ser mãe. A saída para evitar tanto sofrimento é só uma: autoconhecimento.

Quem afirma é Heloísa Capelas, uma das principais especialistas do país em autoconhecimento, inteligência emocional e inovação pessoal. Para ela, não há e nem nunca houve receita pronta para ser uma boa mãe. Mas há uma prática que se aplica muito bem para as mulheres que desejam manter uma relação saudável com os filhos: através da autenticidade, ou seja, da capacidade de desapegar dos modelos pré-estabelecidos para adotar aquele com o qual cada mulher se sinta realmente confortável.

Essa autenticidade, explica Heloísa, pode ser alcançada através do exercício contínuo de se questionar e de rever quais exemplos e modelos se encaixam no seu perfil de mãe, e quais precisam ser descartados – por mais tradicionais que sejam. “Ou seja, não é porque serviu para todo mundo ou porque todo mundo faz de determinada forma que essa ‘fórmula’ funcionará para você e seus filhos”, explica a autora de “O Mapa da Felicidade” e “Perdão, a Revolução que Falta”.

Na autenticidade, a mãe não se posiciona como perfeita e, por isso, não passa o tempo todo se cobrando pelas coisas que deram errado. Ao contrário, ela constrói uma imagem positiva diante dos filhos, mostrando que os erros acontecem, que ela não tem todas as respostas, mas que está fazendo o melhor para que se sintam amados, respeitados e acolhidos em suas necessidades.

“Conheço muitas mulheres que tentam acertar o tempo todo como mães para dar o melhor exemplo. Através do trabalho de autoconhecimento e inteligência emocional, consigo sensibilizá-las para o fato de que as mães que respeitam a si mesmas, que abraçam suas imperfeições e que praticam o amor-próprio, essas sim são as que dão o melhor exemplo. Elas criarão seus filhos para que sejam adultos resilientes e capazes de viver o mesmo autoamor e autorrespeito”, afirma.

 

Autoconhecimento também impacta a saúde mental

À frente do Processo Hoffman há quase três décadas, Heloísa Capelas trabalha com uma metodologia que parte do princípio de que todos os filhos aprendem com os pais por cópia e repetição. Na prática, segundo essa teoria, as crianças registram como os pais lidam e reagem diante de suas emoções – como se comportam quando estão felizes ou tristes, por exemplo –, guardam essas informações no inconsciente e, na fase adulta, repetem esse modelo.

“A máxima do ‘faça o que eu digo, não o que eu faço’ não se aplica às crianças como muitos pais e mães imaginam. Elas são mais inteligentes que isso e estão de olho em tudo o que fazemos, não simplesmente no que instruímos que façam. Por isso, se você quer filhos felizes, amorosos, focados, o primeiro passo é dar o exemplo autêntico e real do que é ser feliz, amoroso e focado”, explica Heloísa.

Em suma, para que seu filho tenha condições de crescer com as ferramentas necessárias para uma vida adulta feliz, o trabalho começa por você. Você, mãe, precisa mostrar o que é uma vida adulta feliz, inclusive demonstrando que não vivemos o tempo todo felizes, e que também não acertamos e nem vencemos o tempo todo. “A minha pergunta é: esse é o modelo que você está dando? Comece agora. Sempre há tempo e espaço para errar, acertar e começar de novo. Não é sua obrigação fazer seus filhos felizes, mas, sim, instrumentalizá-los para que possam construir a própria felicidade”, conclui.

 

Sobre Heloísa Capelas

É CEO do Centro Hoffman e, há quase três décadas, está à frente do Processo Hoffman no Brasil – treinamento de autoconhecimento aplicado em 15 países e que já teve seus resultados cientificamente atestados. Por sua sala de aula já passaram mais de 12 mil alunos, entre os quais algumas das principais lideranças e gestores do mercado nacional. Criadora do “Universo do Autoconhecimento”, primeira plataforma de treinamentos e conteúdo online sobre o tema, e autora dos best-sellers “O Mapa da Felicidade” e “Perdão, a Revolução que Falta”, Heloísa Capelas é reconhecida como uma das principais especialistas do país em autoconhecimento, inteligência emocional e inovação pessoal. Ela também é Coordenadora da Câmara Feminina do Instituto Êxito de Empreendedorismo.

 

Foto-crédito: Divulgação, Centro Hoffman

Conheça 9 Brincadeiras Para Fazer em Casa com Crianças De Até 6 Anos

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22 dezembro 2020


Recesso de final de ano é oportunidade de aproximação entre pais e filhos por meio de brincadeiras que ajudam no desenvolvimento infantil


Com a chegada do recesso de final de ano, pais e mães se desdobram para preencher o tempo livre com suas crianças, mas atualmente há um desafio maior: como se divertir e aprender através de brincadeiras sem sair de casa e evitando contato com outras pessoas nestes tempos de pandemia?

 

Pensando nisso, a Carinosstartup especializada em soluções para a primeira infância e criadora do ZapCarinos (que fornece gratuitamente dicas de como brincar com os filhos em casa no WhatsApp), elaborou uma lista de sugestões para papais e mamães brincarem com seus filhos de até 6 anos de idade.

 

Confira!

 

Para bebês (9 meses até 1 ano e 6 meses)

 

 

  • A cabaninha

Use alguns móveis da sua casa e monte um espaço que você possa cobrir com tecido por cima e que caiba você e seu bebê embaixo. Entre na cabaninha com o bebê, leve alguns brinquedos e até lanterna se você tiver (no celular tem). Agora é só usar a imaginação e brincar nesse espaço diferente com seu bebê.

 

 

  • Vamos brincar de roda

Cantando e fazendo gestos de cantigas de roda, vamos envolver o bebê na atividade junto à família. Vamos convidar o bebê para participar dando as mãos. Vamos fazer os movimentos, gestos e expressões ao cantar e dançar em roda com a família, junto ao bebê. Se o bebê for menor, ele pode ficar no colo. 

 

 

  • Vamos desenhar

Coloque carvão, giz de cera grosso ou canetinhas na caixa de papelão e convide o bebê a explorar e a deixar suas marcas. Enquanto o bebê explora do jeito dele, fale sobre as marcas que ele fez e estimule a curiosidade para que ele deixe marcas também nos outros lados, inclusive dentro. Auxilie-o se necessário.  



Para crianças bem pequenas (1 ano e 7 meses até 3 anos e 11 meses)

 

 

  • Brincando com a imaginação

Procure fotografias, imagens em revistas e livros de diferentes paisagens, como: praia, floresta, deserto, cidades, entre outras. Caso não tenha imagem em casa, use desenhos feitos por você. Deixe expostas as imagens em um local de fácil acesso à criança como em uma parede ou no chão e converse com a criança sobre elas. Depois que a criança observou as imagens, incentive-a a criar histórias sobre o que vê, por exemplo: "Olhe, a gente poderia brincar do que nesse lugar?", "Que floresta linda, será que mora algum animal ali?"

 

 

  • Criando sons

Vamos cantar cantigas de roda e convidar a criança a acompanhar as músicas com objetos que façam barulho como garrafinhas com grãos, colheres, latas ou tampas de panela. 

 

 

  • Ganhar e perder

Para brincar de "O Coelho Sai da Toca", precisamos organizar os participantes e as tocas. Por exemplo: com quatro participantes, vamos precisar de três círculos ou quadrados que podem ser desenhados no chão, para serem as "tocas do coelho". "Ao nosso comando: "coelho sai da toca", os participantes terão que trocar de "toca". Porém, alguém ficará de fora. Enquanto brincamos, vamos ajudar a criança a compreender que em algum momento ela ficará sem uma toca, mas que na rodada seguinte ela terá a oportunidade de entrar em alguma.



Para crianças pequenas (4 anos até 5 anos e 11 meses)

 

  • Expressando emoções

Vamos anotar em pedaços de papel expressões faciais, como: feliz, triste, animado, chateado, mostrando a língua, entre outras. Vamos ler cada papel com a criança e convidá-la a desenhar a expressão no papel. Sorteamos os papéis e cada um faz uma expressão para o outro adivinhar. Vamos perguntar para ela o que cada expressão representa. 

 

 

  • Minha família

Separe fotos diversas da família, impressas ou virtuais. Ache um lugar confortável e mostre as fotos para a criança. Convide a criança a falar sobre as pessoas da foto. Conte a história da família. Pergunte como a criança se sente ao olhar as fotos e ouvir as histórias. 

 

 

  • O que acha

Organize um ambiente aconchegante. Separe fotos da criança em passeios, em aniversários ou na escola. Convide a criança para ver suas fotos. Pergunte se ela gostou e a incentive a falar sua opinião. Faça perguntas como "o que você gostou na foto?" ou "O que você não gostou?"

 

Sobre a Carinos

 

A edtech (startup de educação) Carinos tem como foco principal criar produtos e serviços que envolvem a primeira infância, fase da vida das crianças que vai até os 6 anos de idade. 

 

Criada pelas empreendedoras Elisa Mansur e Angela Hernandez depois de estudarem no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, a Carinos valoriza os cuidados infantis nesta fase da vida em que o processo de formação intelectual, motora e cognitiva impactarão diretamente no desempenho social, acadêmico e profissional da criança.  

 

Para isso, trabalha focando interações de qualidade com o seu público usando a tecnologia como forma de atingir esse objetivo. Uma das ações é o ZapCarinos, um serviço gratuito no WhatsApp em que pais e mães têm mais de 200 sugestões de brincadeiras 24 horas por dia, sete dias por semana. Para acessar, basta enviar um OI para +5511962199806 e seguir as instruções

 

Mais informações estão disponíveis em https://www.carinos.com.br/ 

Doenças que podem ser transmitidas ao bebê na gestação ou no parto

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20 fevereiro 2020

Durante o pré-natal, quando começam as maratonas de exames, a maioria das gestantes passa a se atentar mais ao seu estado de saúde e ao do bebê. E uma pergunta parece ser constante: quais são doenças podem ser transmitidas da mamãe ao bebê?

Preocupar-se em demasia nunca é bom, mas buscar informações é sempre uma maneira muito boa para garantir boa saúde a gestante e seu bebê, até mesmo antes da gestação.
Por isso, o Centro Paulista de Parto Natural - CPPN listou algumas doenças que podem ser transmitidas de mãe para filho e que merecem atenção. "Se a gestante tem ciência de possuir alguma delas durante a gestação, é importantíssimo buscar a ajuda do seu obstetra", comenta o fundador do CPPN, o ginecologista e obstetra Antonio Julio Sales Barbosa. Confira:

Sífilis
Transmitida através das relações sexuais ou transfusão de sangue, a sífilis é uma das doenças transmitidas da mamãe ao bebê, e que, na gravidez, é causa de abortamento, óbito fetal e diversas síndromes no bebê, como a hidrocefalia. O tratamento é simples, com antibióticos, por isso a importância do diagnóstico e de um pré-natal bem realizado.

Rubéola
Simples quando adquirida na infância e transmitida através de tosse e espirros, a rubéola é altamente contagiosa. No entanto, se a mamãe adquirir a doença no primeiro trimestre de gravidez, o bebê pode apresentar malformações, que podem resultar em surdez, problemas cardíacos, entre outros. A prevenção é fácil: vacinação.

HIV
Hoje, já sabemos que mamães soropositivas podem gestar bebês sem o vírus HIV. Para isso, é preciso que a carga viral esteja sob controle durante a gravidez e na época do parto. Se for esse o caso, é preciso um acompanhamento bem preciso com seu médico de confiança. E para não haver riscos, proteja-se e faça exames regulares.

Toxoplasmose
Transmitida por alimentos, água e animais contaminados, entre outros, a toxoplasmose pode, muitas vezes, ser assintomática. Por isso, é de extrema importância lavar bem os alimentos e evitar comê-los crus durante a gravidez, já que a doença pode afetar o bebê ainda dentro da barriga. Dependendo da fase em que o feto for infectado, pode causar problemas no cérebro, olhos, fígado e no desenvolvimento fetal.

HPV
Responsável por 70% dos casos de câncer de colo de útero, o HPV é perigoso para o bebê durante o parto, quando pode infectar o recém-nascido. As verrugas podem aparecer nas cordas vocais, boca e nariz do bebê, dificultando sua deglutição e respiração. Em caso de HPV, é essencial o acompanhamento do médico-obstetra.

Hepatites
A hepatite A é transmitida oralmente, e por isso tem a maior possibilidade de ser uma das doenças transmitidas da mamãe ao bebê no momento do parto. O vírus apenas é detectado no leite materno na fase mais aguda da doença. Caso o parto ocorra nessa fase, a criança deve receber imunoglobulina anti-VHA.
O vírus da hepatite B, por sua vez, é transmitido pelo contato com secreções genitais e sangue. O risco de ser uma das doenças transmitidas da mamãe ao bebê é muito baixa. No caso de mães VHB positivas, o bebê deve receber imunoprofilaxia, com a administração da primeira dose da vacina contra hepatite B.
A hepatite C também é transmitida pelo contato com sangue, e leva à inflamação do fígado, mas raramente desperta sintomas. Muitas pessoas acabam descobrindo por causa das campanhas de conscientização. A transmissão de mãe para filho no parto é rara, ocorrendo em apenas 5% dos casos.
Em todos os casos, realizar os exames de rotina do pré-natal e tomar as vacinas indicadas é essencial para proteger mamãe e bebê.

Quais cuidados devo tomar?
"Aqui estamos falando dos cuidados com doenças que podem ser transmitidas de mamãe para filho. No entanto, o cuidado com elas não deve se limitar às gestantes ou a quem tem planos de engravidar no futuro. O cuidado serve a todos", alerta o idealizador do CPPN, Antonio Julio. "Procure sempre realizar acompanhamento médico regular e prevenção para esses tipos de doenças, seja ela por meio de atitudes que inibam a contração ou por vacinação".

E fica mais um alerta: se a futura mamãe desconfia que possa ser portadora de alguma dessas doenças, não deixe sua visita ao médico para depois! Procurando um especialista o quanto antes, você poderá realizar os tratamentos adequados e evitar sequelas.

'Brincadeira' viral pode causar traumatismo e levar à morte

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13 fevereiro 2020

Vídeos de um novo desafio viralizaram nas redes sociais há alguns dias. 


No entanto, especialistas como a médica Pediatra Lilian Zaboto alertam que a "brincadeira" pode causar sérias lesões e até a morte.

Um novo desafio, que vem sendo chamado de "quebra-crânios", está causando preocupação, principalmente, entre profissionais da saúde. Nele, três pessoas ficam lado a lado. Enquanto a do meio (desavisada) salta, os dois das extremidades aplicam uma rasteira, causando sua queda. Diversos vídeos com a nova "brincadeira" estão circulandos na web. Um deles foi gravado há pouco mais de uma semana em um colégio de Caracas, na Venezuela, e se tornou viral. Nas imagens, o menino cai e bate violentamente com a cabeça no chão. 

Segue o link do Video:

Pelo Twitter, o Colégio Santo Tomás Aquino, confirmou que o incidente aconteceu em sua instituição e disse que os estudantes envolvidos e seus representantes foram chamados. Recentemente, tornou-se viral nas redes sociais, um vídeo de alunos do ensino médio da nossa instituição participando de um jogo o qual supostamente estaria colocando em risco a saúde e integridade física de um dos jovens. Hoje, as partes envolvidas (os alunos com seus respectivos representantes) foram convocadas à direção da escola para iniciar os procedimentos correspondentes, ajustados às disposições legais pertinentes", escreveram. O colégio não informou o estado de saúde do menino, mas pessoas próximas confirmaram que ele está bem, apesar do forte impacto da batida.

Comunicado no Twitter da Escola :

Em outro vídeo chocante, aparentemente gravado no mesmo colégio, a pessoa que é derrubada fica desacordada. Há ainda um terceiro que mostra um adolescente supostamente fraturando o braço quando cai, enquanto alguns de seus colegas riem.  (escola é a mesma , só ver o uniforme e a voz)

RISCOS GRAVES
Médicos de diversas especialidades também compartilham as imagens com o intuito de alertas os pais. "Traumas como esses podem levar a uma hemorragia intracraniana, necessitar de cirurgia de emergência, levar ao coma e até mesmo a morte", alertou a pediatra Lilian Gonçalves Zaboto em suas redes sociais. 
As crianças e adolescentes que entram nessa brincadeira, fazem por ingenuidade, pois a maioria não sabe que os supostos amigos vão derruba-los, os que fazem a brincadeira fazem com a intenção de  rir dos amigos que caem, mas eles não tem noção do perigo que estão colocando o amigo que caiu. Cabe aos pais orientar os filhos para que não participem dessa brincadeira" orienta a Pediatra Lilian Zaboto.
Essa brincadeira tomou uma proporção grande no Brasil que até o pais estão fazendo com os filhos, lembrando que se algo acontecer com a criança eles podem ser punidos criminalmente. No caso abaixo os pais colocam um colchão para que o dolescente não se machuque , só que ao cair o colchão corre e não protege a cabeça, é visivel que o adolescente   bate a cabeça e a coluna no chão, a queda sobre as costas ou com a cabeça pode gerar um trauma na coluna ou no crânio. "Apesar de a altura não ser grande, a queda pode levar a uma fratura na coluna, principalmente lombar ou toráxica. Se a força for maior, pode resultar em um trauma de crânio, com consequências mais imprevisíveis, ou, ainda, um trauma na coluna cervical, que seria, evidentemente, pior", afirmou. "A prevenção quanto a isso é informar crianças e adolescentes sobre os riscos de lesões graves, pedindo para que eles não participem dessas brincadeiras", finalizou.
Fraturas no Braço ou de punho também são possiveis, pois a pessoa pode tentar usar como apoio pra não cair e bater a cabeça. 
Pode não acontecer na mesma hora, ele pode ter uma hemorragia intracraniana, a pessoa pode levantar e ficar bem nas primeiras 24 horas e depois pode romper um pequeno vaso e ficar gotejando, uma hemrragia pequena, e depois vir o desmaio, confusão mental e pode ir ao coma e ao obito se não tiver uma cirurgia feita rapidamente alerta a Dr Lilian Zaboto.

Garota que morreu por conta da brincadeira no Brasil (em novembro)

Caso de um jovem que aprece desacordado depois da brincadeira (pesado)

Abaixo video mostrando que o jovem está bem 

Aqui dos adolescentes fazem a brincadeira com a mãe.

UM POUCO SOBRE A DR LILIAN ZABOTO

Dra. Lilian Zaboto tem 23 anos de formação  é Membro da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) tem um consultório em Alphaville é a Pediatra de filhos e netos de muitos famosos, como os netos de Silvio Santos, filhos de muitos jogadores e cantores sertanejos.
Ex coordenadora do Departamento de Obesidade Infantil da ABESO; e oficial Médica tenente (R2) da Força Aérea Brasileira. A pediatra é credenciada no Hospital Israelita Albert Einstein e Hospital São Luiz, entre outros. 
É membro da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBIM) e tem uma clinica de vacinas em Alphavile

Solidão Materna

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24 julho 2018

Como lidar com essa situação quando o bebê chega?
Isabela Cotian, psicóloga e coach de mães, dá dicas para que as mulheres não sofram de solidão materna, que está ganhando cada vez mais intensidade em um mundo tão corrido
O bebê já está em casa, todas as angústias antes do parto já passaram e, então, é hora de começar um novo ciclo.
A maternidade é o sonho de muitas mulheres, entretanto, a modernidade vem trazendo com essa realização um grande problema: a solidão materna.
“Trata-se do vazio causado pela ausência das pessoas que apoiam a mulher nos primeiros dias de vida do bebê, causando sensação de abandono e desamparo”, explica Isabela Cotian, psicóloga e coach de mães.
Para ela, saber sentir e identificar a solidão materna é fundamental para lidar e tratar esse novo sentimento. 
“Será que alguém cuida da mãe depois do nascimento do bebê? Será que a mãe é querida, importante e amada pela família? Será que todas as amigas, vizinhos ou o marido se esqueceram desta mãe?”, questiona.
Isabela ressalta que hoje se vê muitos cursos e profissionais que dão suporte aos cuidados com o bebê, mas a mãe fica sem um preparo ou uma instrução de como lidar com a solidão materna e toda a mudança emocional que acontece no pós-parto.
“Certamente a mãe vai preferir dar os primeiros cuidados ao bebê, então, é necessário alguém com intimidade para cuidar dela e saber o que fazer dentro da rotina familiar para apoiá-la”, explica.


Mais trabalhos para a mulher: sinal de perigo no pós-parto
Segundo os dados mais atuais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística), as mulheres trabalham três horas por semana a mais do que os homens.
Em 2016 os dados comprovaram 18 horas por semana desprendidas pelo público feminino para cuidados das pessoas (pai ou mãe, marido, filhos  amigos) e afazeres domésticos.
Ou seja, mesmo que optem por ofícios em tempos parciais, continuam ganhando menos do que os homens e trabalhando mais tempo.
E com a chegada de um bebê esse número aumenta, assim como a sua dedicação. 
Por isso, se a mulher não tiver apoio, provavelmente essa bola de neve irá acarretar desgastes físico e psicológico para ela.


Quais as consequências da solidão materna?
coach conta que a falta de apoio, acolhimento e companhia podem desenvolver sentimentos de tristeza, solidão e desamparo, assim como transtornos de ansiedade, depressão, entre outros.
“Sendo assim, é essencial que essa mãe avalie a forma como ela vê o mundo, a sua casa e a ela mesma. Se for de forma crítica, pessimista ou até mesmo sem cor, são indícios de solidão materna, que geralmente se manifesta nessas pequenas formas”, esclarece a psicóloga.
A profissional também salienta que é muito importante as pessoas prestarem atenção nessa mãe, pois o foco costuma ser o bebê, mas ela pode precisar mais de apoio do que o pequeno ou a pequena.
“Os principais sintomas são físicos e emocionais, como falta de apetite, distúrbios de sono, baixa autoestima, afastamento do círculo social, dificuldade em retomar os cuidados com si mesma, entre outros. Se uma pessoa próxima perceber isso, deve sugerir a essa mamãe um acompanhamento profissional”, finaliza.


Serviço:
Isabela Cotian – www.isabelacotian.com

Licença Maternidade

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15 maio 2018

Como tornar esse momento mais leve!


BEPANTOL® BABY DÁ DICAS PARA TORNAR ESTE MOMENTO MAIS LEVE PARA A MÃE QUE ESTÁ PRESTES A RETORNAR AO TRABALHO

A gravidez é uma fase de descobertas, expectativas e realizações para os pais. Novas experiências são vividas e desafios são superados. Após o nascimento do bebê, toda a família vive uma rotina diferente, sobretudo a mãe, que tem um novo foco de atenção praticamente 100% voltado para filho.

Exercer o papel de mãe não é tarefa fácil, mas com o passar do tempo as coisas começam a fluir com mais naturalidade e quando ela se dá conta a licença-maternidade está chegando ao fim.

A preparação para essa fase deve começar alguns dias antes e, para que ela seja mais leve e tranquila, Bepantol® Baby, creme antiassaduras da Bayer que se preocupa com a saúde e bem-estar do bebê e da mamãe, dá algumas dicas:

Retome a rotina aos poucos! O tempo mamãe-bebê juntos será menor. Para ir se adaptando, faça atividades sozinha fora de casa, como uma caminhada, ir ao cabeleireiro, ou mesmo reservar um tempinho para as compras de supermercado.

Procure dormir melhor! O sono é um dos aspectos mais afetados na vida da mãe-profissional de volta à rotina. Mesmo em casa, comece a dormir e acordar no horário dos dias úteis para regularizar o ritmo do organismo.

Escolha da escolinha, creche ou babá! Escolher um local ou pessoa de confiança para cuidar do bebê é essencial para deixar a mãe e o pai mais seguros. Defina previamente a melhor opção e comece a adaptação aos poucos, deixando o bebê por pequenos períodos, até deixá-lo em período integral.

E, acima de tudo, não se culpe! Se a mãe opta por retornar ao trabalho é porque essa é a melhor escolha para toda a família. Portanto, NÃO se culpe por não estar mais 24 horas por dia, 7 dias na semana na rotina do bebê. Esse é o momento para isso acontecer e será benéfico para todos. O contato do bebê com outras pessoas vai contribuir para o desenvolvimento dele e a mãe pode estabelecer novos relacionamentos profissionais que serão importantes nesse processo.

Sobre a Linha Bepantol® Baby

Sempre pensando no bem-estar da mãe, do pai e, claro, dos bebês, a Bayer oferece Bepantol® Baby, creme antiassaduras que vai além dos antiassaduras comuns. Com sua fórmula única, livre de conservantes e agentes irritantes, forma uma barreira transparente que deixa a pele delicada do seu bebê respirar, mantendo-a sempre saudável. Possui Lanolina, que forma uma barreira protetora transparente no bumbum, e Pró-Vitamina B5, que penetra na pele do bebê deixando-a mais resistente contra assaduras. Além disso, Bepantol® Baby é livre de perfumes, corantes e parabenos que podem sensibilizar a pele delicada do bebê.

Bepantol® Baby, proteção para a pele que mais precisa.

Preço médio sugerido de Bepantol® Baby: 30 gramas – R$ 19,90; 60 gramas – R$ 35,90; 100 – R$ 50,90

Agora sou mãe

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20 dezembro 2017

Como não perder a minha essência?


A psicóloga e coach de mães, Isabela Cotian, dá dicas de como não se perder diante de tantas mudanças



Ter um filho é o sonho de muitas mulheres. Entretanto, muitas não sabem como lidar com esse novo “cargo” diante de todos os demais afazeres que já traz no seu dia a dia. E é nesse contexto que muitos casamentos são desgastados, aparecem as depressões e a autoestima despenca.

Isabela Cotian, psicóloga há mais de 10 anos e também coach de mães, conta que a mulher precisa trabalhar essas mudanças ainda na gravidez. “Ela deve buscar seu autoconhecimento, estabelecer uma rotina, planejamento e organização das suas atividades pessoais e profissionais, determinando prioridades e estruturando uma rede de apoio”.

Segundo a profissional, as principais queixas das suas pacientes são as mudanças e os desafios enfrentados após a maternidade. “As diferenças do corpo, solidão, perda de identidade e de amor próprio, o sentimento de falta de apoio, assim como as dificuldadesem conciliar a maternidade juntamente à carreira e ao casamento são as mais comuns”, revela.

Para que isso seja evitado, ela sugere que a pessoa invista em um processo de autoconhecimento, estabelecendo limites para dosar a energia que cada ponto em sua vida merece. “Mudamos muito após a maternidade, então, é necessário investigar quais são os valores prioritários, pedir ajuda e montar uma rede de apoio, que inclui o parceiro e os familiares”.

Ela destaca que é primordial ter um tempo para si mesma, voltar aos poucos com a rotina de alimentação, atividade física, cuidados pessoas e círculo social. “Isso é um grande alicerce na hora de desempenhar os outros papeis, que são o de esposa, amiga, filha, profissional, além de ser mãe”.

De acordo com Isabela, toda mulher deve resgatar o seu “eu” e retomar as atividades como casal, nem que seja ver um filme em casa, preparar um jantar a dois ou pegar um cinema. E, claro, jamais deixar que o pai se sinta excluído, uma situação que acontece muito mais do que o imaginado.


Mãe e pai juntos na missão de cuidar do bebê e de se aproximar mutuamente

Ainda que a maternidade, a amamentação e os momentos únicos entre mãe e filho sejam especiais, muitos homens acabam se achando desnecessários ou “a mais” dentro de casa. E é exatamente isso que deve ser impedido, já que além de pai, ele também é o companheiro que essa mãe escolheu. E a mulher deve inseri-lo nesse novo contexto familiar.


“Envolva seu marido nos cuidados diários com o bebê como, por exemplo, na hora do banho, trocar a fralda, fazer arrotar ou colocar para dormir. Permita que ele faça parte deste universo, afinal, a responsabilidade é dos dois. Reserve um tempo só para o casal, converse sobre os desafios, sonhos e planos. E lembre-se de que não é apenas ajuda, mas uma divisão das obrigações. Os pais têm um papel fundamental para que a vida familiar seja reorganizada após a chegada dos filhos”, indica Isabela.

Ela reforça que esse vínculo a três é essencial para a saúde da vida a dois, pois unidos nessa nova etapa ambos irão dividir não só essas ocasiões exclusivas, como também irão conseguir reservar momentos para namorar, assim como resgatar o amor e a parceria de sempre.



O bebê chegou e não sei como lidar com tudo isso!

Para ajudar no equilíbrio dessa jornada, a psicóloga e coach de mães separou algumas dicas para as mamães. Confira!

• Aproveite para descansar enquanto o bebê dorme: a maioria das mães aproveita a hora da soneca do bebê para resolver as coisas da casa. Mas se você estiver muito cansada, use esse momento para relaxar. Vale dormir, ler um livro, ver um filme ou fazer qualquer outra atividade que a deixe descansada. Isso dará energias para retomar os afazeres posteriormente;

• Peça ajuda: o fato é que toda mãe de recém-nascido precisa de ajuda para não se sentir sobrecarregada. Por isso, não se sinta uma mãe pior por pedir auxílio aos mais chegados. Envolva seu marido nos cuidados diários com o pequeno, como dar banho, trocar fralda e colocar para dormir. Chamar a avó do bebê ou mesmo uma amiga próxima quando você precisar sair também é válido;

• Hidrate-se e alimente-se bem: ter um cardápio saudável e ingerir muito líquido vai ajudá-la em vários aspectos - na produção de leite materno, na perda de peso e a se sentir mais disposta devido à energia que alguns alimentos proporcionam. E isso faz muita diferença;

• Tire um tempo para você: por algumas horas na semana, entre uma mamada e uma soneca, reserve um tempo para você fazer o que quiser, seja tomar um banho relaxante, fazer compras ou encontrar as amigas. Conte com a ajuda das pessoas próximas e aproveite para cuidar de você. Quando a mãe está feliz e disposta a criança percebe isso;

• Encare o espelho: o importante é mudar a sua forma de se enxergar. Cada marca de estria, celulite, gordurinha ou cicatriz representa tudo o que você viveu. Seu corpo se preparou por nove meses para abrigar outro ser dentro de você, por isso, cada sinal que ficou representa sua luta para dar a oportunidade de uma nova vida surgir. Valorize-se e perceba como você é uma mulher forte e linda;

• Amamente: além de fortalecer o vínculo com o bebê, a amamentação proporciona rápida redução de peso. Motivos não faltam para insistir no aleitamento, por isso, procure descansar, se alimentar bem e ficar tranquila para garantir o sucesso do processo. Entretanto, faça o que estiver ao seu alcance e não se cobre se as coisas não saírem como você imaginou. Cada caso é um caso;

• Tenha paciência: seja calma consigo mesma. As coisas se encaixam com o tempo e você vai se adaptar à criança assim como ela se habituará a você. Também não adianta querer perder os quilos que ganhou na gravidez de uma vez, já que as mudanças são graduais. Entender isso vai ajudá-la a se sentir mais confiante;

• Retome as suas atividades: comece a pensar em voltar para sua rotina aos poucos. Troque o pijama por uma roupa normal, saia durante uma hora para ir ao supermercado, peça uma pizza em casa para comer com o marido, dê uma volta com o bebê na área de lazer do seu prédio etc. Você vai ver como se sentirá mais bonita e segura depois disso;

• Cuide-se: se a mãe estiver exausta e estressada, o bebê sentirá. Por isso, reserve um tempo para cuidar de você e se restabelecer. Vale fazer uma hidratação no cabelo ou as unhas enquanto o bebê dorme, além de se dar ao luxo de receber uma massagem por meia hora, por exemplo. Você se sentirá mais feminina e se lembrará de que além de mãe é mulher e esposa;

• Retome o clima de romance: o recomendado é que o casal aguarde cerca de 40 dias para ter a primeira relação sexual após o parto. Mas isso não impede que você se aproxime do seu marido. Combine de pedir uma comida gostosa e crie um clima para esse momento. Se possível, saia para ir a um restaurante com ele enquanto o bebê dorme e invista nas preliminares. Abraços, beijos e carícias vão fazer muito bem aos dois;

• Recorde que você tem uma profissão: para as que trabalham, é importante resgatar esse lado. Ainda que esteja na licença-maternidade, busque leituras sobre o seu meio de trabalho, converse com colegas sobre as novidades da empresa e, gradativamente, absorva esse seu lado profissional. Caso sinta que não quer voltar à ativa, peça ajuda profissional para saber se são as oscilações hormonais que estão “gritando” ou se realmente é hora de mudar o foco da carreira e partir para algo novo.

Serviço:

Isabela Cotian – Psicóloga e Coach de Mães

www.isabelacotian.com ou @isabelacotiancoach

Criança e os medos...

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07 julho 2016
Medo Infantil

É natural e esperado que as crianças o tenham

Assim como nós, as crianças também tem diversos medos, em muitos casos, para nós as vezes esses medos que eles sentem não fazem muito sentido. Os medos infantis podem se manifestar de formas diferentes e vão mudando conforme a idade e está ligada com a imaginação delas,  por isso, aparecem e desaparecem sem algum motivo aparente.
A melhor forma de lidar com o medo na infância é com naturalidade, ainda que o medo seja imaginário, o sentimento que ele provoca é muito real. Por ser algo xomum da idade, temos que tratar o medo infantil como algo natural, mas não significa ignorá-lo.

Higiene Bucal da Mãe !!!

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31 março 2016

Saiba porque a higiene bucal da mãe impacta na saúde do seu filho

Semana passada falamos que Mãe Também Tem Que Se Cuidar, e ainda sobre os cuidados com a mãe hoje estou aqui para falar sobre a higiene bucal.

Higiene Bucal

A cárie é transmissível e a mãe é a principal transmissora de bactérias de cáries para seus filhos, vocês sabiam???
A cárie, diferente do que muitos pensam, é uma doença microbiana causada por bactérias que se instalam nos dentes.

Filho x Educação

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02 fevereiro 2016

A IMPORTÂNCIA DE ACOMPANHAR OS FILHOS NA EDUCAÇÃO
*Por Fabiany Lima



Toda mãe ou pai já deve ter ouvido falar que a educação é uma responsabilidade que deve ser dividida entre escola e família. Costumamos inclusive definir qual é o papel de cada um: enquanto a instituição de ensino deve passar o conhecimento intelectual, a função da família é associada ao comportamento, moral e valores das crianças. Mas não é bem assim que as coisas funcionam.
Assim como os professores ajudam a moldar o caráter dos pequenos, os pais também têm o dever de se envolver na formação intelectual de seus filhos. Isso começa desde os primeiros passos da criança na escola. Essa fase inicial, inclusive, é um dos momentos mais importantes para o desenvolvimento das crianças, pois é quando eles começam a entender (ainda que sem perceber) as funções daquele ambiente.
É essencial que os pais caminhem junto no crescimento e nos novos aprendizados adquiridos pelos filhos. Incentivar práticas como a leitura, a lição de casa e o estudo pode ser essencial para o futuro deles. Só estando próximo das crianças será possível identificar quais são suas maiores dificuldades e, desde cedo, orientá-las ou procurar uma ajuda profissional (seja um professor particular ou um psicólogo, por exemplo), caso seja necessário.
Acompanhar os estudos também é uma atitude fundamental para estreitar os laços com os filhos. Eles precisam saber que você está ali para ajudar, guiar e, claro, cobrar. Ter esse apoio é importante para que as crianças tenham segurança e não fiquem sem rumo quando estiverem com dificuldades. Com o tempo, não será mais você que seguirá cada passo delas na escola, mas serão elas que virão até você contando as novidades do colégio ou pedindo ajuda.
É claro que tudo tem um limite. Tenha atenção para preservar o espaço e o tempo livre dos pequenos. Reserve um horário para a diversão, não cobre resultados e respeite as preferências deles. Convenhamos também que, depois de um dia inteiro na escola, a última coisa que as crianças querem fazer é estudar. A melhor forma de agregar um conhecimento dentro de casa é incentivando atividades que misturem aprendizado e diversão, o que pode acontecer por meio de programas de tv’s, jogos e aplicativos.
Portanto, transmitir conhecimento não é uma tarefa exclusiva da escola. Os pais precisam estar sempre alertas ao que acontece no colégio, inclusive agregando novos aprendizados. Uma atitude proativa em relação ao ensino certamente vai trazer um relacionamento mais próximo entre pais e filhos, além de ser um fator determinante para o bom desenvolvimento das crianças.

*Fabiany Lima é mãe de Gêmeas, escritora de livros infantis e criou o aplicativo Timokids, que oferece livros e jogos socioeducativos com ilustrações em 3D narrados e legendados em 4 idiomas e que estimula a interação da família.

Beijos Mi Gobbato !!!

Oficina do Afeto

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28 agosto 2015

Um encontro para mães que inspiram


No último dia 13 de Agosto (sei que está um pouco atrasado mais estava uma correria aqui por causa do aniversário do Gui, mais isso é outro post), fomos convidados para participar do evento "Oficina do Afeto", na EcoHouse.
Apesar de ter sido oferecido pela Del Valle, muitas podem pensar, que seria uma forma deles convencer nós mães a tomarem sucos de caixinhas, que os produtos deles são ótimos, mais muito pelo ao contrário, o que menos foi dito foi sobre os produtos deles, tivemos durante todo o evento os sucos sendo servidos, e vou dizer os novos que serão lançados em Setembro o que me chamou muito atenção e agradou o meu paladar foi o de goiaba (isso que não gosto de suco e nem da goiaba).
Hoje conto para vocês um pouco como foi essa oficina.

Enquanto esperávamos começar aproveitamos para experimentar os novos sucos 100% Suco.

Sucos Del ValleSucos Del Valle

  Sucos Del ValleSucos Del Valle

Quem disse que livro de colorir é só para criança

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25 maio 2015

A febre agora está entre os adultos.


Quando falamos em livro de colorir logo vem em nossa mente aqueles livrinhos infantis com personagens, brinquedos de crianças, bichinhos entre outras coisas que costumamos encontrar pelas livrarias, papelarias e até mesmo em banca de jornal.
Pois bem, nos últimos meses isso tem mudado (e muito), pois agora quem está nessa onda de colorir os livros somos nós adultos.

Emoções que sentimos ao sermos mães !!!

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11 maio 2015

Gravidez e tecnologia andando juntas



Espaço das Mamães

Nós que já somos mães, e as que estão grávidas sabemos o quanto é maravilhoso podermos realizar o ultrassom e vê nossos filhos, ali pequeno se formando, são sensações inexplicáveis né!
Eu adorava as minhas consultas semanais para poder vê o Gui, e ficava contando os dias quando era a época de fazer o ultrassom nos laboratório para poder gravar no DVD o meu ultrassom.
Essa semana, acredito que como eu muitas pessoas, sejam mães, avós ou não, ficaram muito contente com a notícia da jovem grávida deficiente visual que pode sentir o rostinho do seu filho em uma impressão 3D.
Quando li a matéria fiquei super feliz, e fiquei imaginando aquela mãe, o que ela estaria sentido naquele momento, e fico mais feliz ainda que a tecnologia está ai junto com a gente nos surpreendendo, e o melhor nos ajudando né !!!

Para quem não viu a reportagem, segue o link do site do G1 - Grávida deficiente visual, sente o rosto do seu filho em 3D 

Com certeza esse foi um grande presente de dia das mães para ela.

Beijos Mi Gobbato !!!

Massinha de modelar !!!

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27 abril 2015

Brincar de massinha é muito bom, e a diversão pode começar no preparo.

Fazendo Massinha de Modelar

Na semana que ficamos de férias, comentei no post Nossas Férias em Maceió, que durante o dia tinha muitas atividades para as crianças, e uma delas foi fazer a própria massinha, e hoje veio aqui para ensinar a colocar a mão na massa literalmente, e o melhor que os ingredientes temos em casa.


Você vai precisar:
  • Farinha de trigo
  • Sal
  • Óleo
  • Tinta Guache
  • Água
Modo de preparo:

Coloque a farinha na mesa e coloque um pouco de sal, faça um buraco no montinho, e acrescente um pouco óleo, a água, e vá misturando com as mãos.
Coloque um pouco de tinta guache da cor escolhida, e vai misturando e se estiver grudando vai acrescentando mais farinha, até que não grude mais na mão.
E agora é só colocar a imaginação para trabalhar e se divertir !!!

Beijos Mi Gobbato !!!



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