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Dia Mundial de Combate à Meningite

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24 abril 2021

 

Vacinação contra meningite cai e liga alerta para a doença

Neurologista explica que sem vacina a chance de desenvolver casos graves é grande. Neste Dia Mundial de Combate à Meningite ele destaca o diagnóstico precoce

O receio de contrair Covid-19 e as restrições para prevenir a doença estão entre os motivos que levaram cerca de metade dos pais entrevistados por uma pesquisa da farmacêutica GSK a não vacinarem seus filhos contra a meningite desde o início da pandemia. Os dados foram coletados em oito países (Reino Unido, Itália, França, Alemanha, Argentina, Brasil e Austrália, com pais de crianças de até 4 anos e nos Estados Unidos, de 11 a 18) e divulgados em março pela farmacêutica, que fornece a vacina meningocócica C para o Programa Nacional de Imunizações e as vacinas meningocócica C, B e ACWY para a rede privada no Brasil.

 

Apesar de 94% dos responsáveis considerarem que a vacina contra meningite é importante, 50% adiaram ou suspenderam a vacinação durante a pandemia de covid-19. Ao listar as razões para não ir ao posto de saúde, 72% dos brasileiros apontaram as medidas de isolamento social e confinamento, 4% mencionaram o medo de contrair a Covid-19, e 19% disseram ter suspendido ou adiado a vacinação porque eles mesmos ou algum membro da família positivou para o coronavírus. O neurologista José Guilherme Schwam Júnior (CRM 15981) alerta para o ato de vacinar. “A vacinação deve ser estimulada e, especificamente na meningite, diminui as chances de casos graves”, destaca.

 

A meningite é uma inflamação das meninges, que são as membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. E 24 de abril é considerado o Dia Mundial de Combate à Meningite. José Guilherme, que atende na Clínica Montpellier, no centro médico do Órion Complex, em Goiânia, ressalta que todos precisam se atentar à doença. “A meningite pode ocorrer em qualquer faixa etária, mas crianças menores de um ano e idosos são mais suscetíveis a quadros mais graves, por terem uma resposta imunológica mais deficiente”, ressalta  o neurologista sobre a doença, que pode ser causada por bactérias, vírus, fungos e parasitas.

 

Dentre os tipos de meningite, aquelas oriundas da infecção por bactérias são as mais encontradas na prática médica. “As meningites bacterianas, em geral, são as com maior potencial de gravidade e com os sintomas mais proeminentes, além de uma mortalidade maior”, destaca o especialista, que lista os sintomas. “Febre, dores de cabeça intensas, vômitos, alteração da consciência, confusão mental, raciocínio lento. Algumas vezes o doente pode tornar-se agitado ou muito sonolento e, se não tratada precocemente, pode evoluir para coma e morte”, explica.

 

Diagnóstico precoce
O neurologista José Guilherme Schwam Júnior afirma que a doença tem cura, mas um diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento, que é realizado com o auxílio de um médico infectologista. “A meningite bacteriana é tratada com antibióticos, a viral, em alguns casos, com agentes antivirais, no caso dos fungos, com medicações antifúngicas, por exemplo. Então, é preciso ter o diagnóstico precoce para saber qual o agente causador específico, para que o pronto tratamento ideal seja iniciado”, salienta ele.

 

Quando a doença é descoberta tardiamente, o doente pode ter sequelas graves, além de ter o risco de perder a vida. “Se não diagnosticada no início, a meningite tem uma grande chance de levar o paciente a óbito. E, se tratada tardiamente, pode gerar consequências drásticas como perda da visão, surdez, sequelas motoras (por exemplo, ficar com um lado do corpo paralisado, semelhante ao que ocorre com o AVC). Em alguns casos mais graves, pode ainda evoluir para o coma permanente ou para o óbito. Por isso, a vacina é fundamental para diminuir os casos graves”, destaca José Guilherme.

Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil

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15 fevereiro 2021


Pais devem estar atentos ao câncer infantil

Nesta segunda-feira (15) é o Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil, que visa alertar para a prevenção da doença.

Sintomas são parecidos com de várias outras enfermidades.Famílias com grande incidência de câncer ou doenças hereditárias podem fazer o aconselhamento genético pré-natal

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que para 2021 sejam diagnosticados no Brasil 8.460 novos casos de câncer infanto-juvenis (4.310 em garotos e 4.150 em garotas). Esses valores correspondem a um risco estimado de 137,87 casos novos por milhão no sexo masculino e de 139,04 por milhão para o sexo feminino. O câncer infantojuvenil corresponde a um grupo de várias doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo. 
 
Para chamar a atenção ao assunto, em 2002 foi criado o Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil, pela organização Childhood Cancer International e simboliza uma campanha global para conscientizar sobre o tema e expressar apoio às crianças e adolescentes e suas famílias. Assim como nos países desenvolvidos, no Brasil, o câncer já representa a primeira causa de morte (8% do total) por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos. Porém, em torno de 80% deles podem ser curados, se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados, por isso a importância de que a família esteja atenta e busque tratamento adequado já no início. 
 
Os tumores mais frequentes na infância e na adolescência são as leucemias (que afetam os glóbulos brancos), os que atingem o sistema nervoso central e os linfomas (sistema linfático). Também acometem crianças e jovens o neuroblastoma (tumor de células do sistema nervoso periférico, frequentemente de localização abdominal), tumor de Wilms (tipo de tumor renal), retinoblastoma (afeta a retina, fundo do olho), tumor germinativo (das células que originam os ovários e os testículos), osteossarcoma (tumor ósseo) e sarcomas (tumores de partes moles).
 
Sintomas
Segundo o Inca, os sinais do câncer pediátrico, muitas vezes, são parecidos com os de doenças comuns entre crianças e adolescentes, então caso persistam, precisam ser investigados por profissionais de saúde o mais breve possível. Alguns sintomas são: palidez, manchas roxas, sangramento, dor na perna, caroços e inchaços indolores, perda de peso inexplicável, aumento da barriga, alterações nos olhos, dor de cabeça, fadiga, tontura, sonolência, vômitos pela manhã com piora ao longo do dia, tosse persistente, sudorese noturna e falta de ar.
 
Por isso, é importante o acompanhamento constante com um pediatra. Por serem predominantemente de natureza embrionária, tumores na criança e no adolescente são constituídos de células indiferenciadas, o que, geralmente, proporciona melhor resposta aos tratamentos atuais. Compreende três modalidades principais (quimioterapia, cirurgia e radioterapia), sendo aplicado de forma racional e individualizada para cada tumor específico e de acordo com a extensão da doença.
 
Prevenção
hematologista e hemoterapeuta pelo Inca, Maria Cunha Ribeiro Amorelli (CRM 13.399), que atende na clínica AngioGyn, no centro clínico do Órion Complex, em Goiânia, explica que em núcleos familiares nos quais se percebe um aumento no número de casos de câncer ou tumores graves, raros ou consanguinidade entre os pais, isto é, sejam parentes, é possível fazer o aconselhamento genético pré-natal. “Nas famílias onde já se detectou uma síndrome de hereditariedade do câncer, doenças genéticas herdadas ou raras está indicado o aconselhamento pré-natal para que a família entenda e calcule os riscos de surgimento da doença no seu filho.”
 

Ela, que também é especialista em hereditariedade do câncer pelo Hospital Albert Einstein, salienta que já existe a possibilidade de seleção do embrião para as famílias submetidas a reprodução assistida. “A técnica é um sequenciamento de nova geração feito nos genes do embrião que permite selecionar embriões que não possuam a mutação hereditária”, revela Maria Amorelli.

6 benefícios do desenhar e colorir das crianças

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29 maio 2020


     Crianças em casa ou na escola frequentemente recebem a tarefa de desenhar ou colorir. Muito se engana aquele que pensa que é uma perda de tempo ou um mero passatempo sem função. Na verdade, é algo que as crianças precisam fazer. 

       Desde muito cedo as crianças desenham e pintam ilustrações. É comum encontrarmos uma criança fazendo uma casinha, desenhando os amigos, a família, cenas cotidianas e até mesmo representando pelo desenhar as mais variadas cenas, paisagens e até pensamentos. O ato é simples, mas o aprendizado enorme!
      O colorir também faz parte desta parte da vida de modo intenso. As crianças decidem as melhores cores, harmonizam tonalidades, aprendem a identificar contrastes, harmonizações, combinar cores. 
     Desenhar e colorir são atividades muito presentes durante a infância e não é para menos! Elas estimulam de um modo tão amplo a criança, que contribuem para um melhor desenvolvimento de múltiplas maneiras. 

      Veja a seguir seis benefícios que as crianças têm tanto ao desenhar quanto ao colorir. 

1. Aumento de conexões cerebrais: pintar com dos dedos ou com as mãos estimula a integração sensorial e gera uma grande quantidade de conexões cerebrais, o que facilita a aprendizagem de outras coisas com as quais a criança tem contato. 

2. Ampliação da criatividade: desde as chamadas garatujas, que são aqueles desenhos que mais parecem rabiscos aos olhos destreinados dos adultos, a criança consegue explorar sua própria criatividade, ampliando-a. O desenho ajuda a criança a externalizar sua imaginação de um modo singular e assim fixa sua aprendizagem.

3. Aprimoramento da psicomotricidade fina: para desenhar e pintar a criança utiliza gizes, pinceis, aquarelas, entre outros recursos. O uso de ferramentas variadas ajuda a desenvolver a coordenação motora fina.

4. Relaxamento: tanto o desenho quanto a pintura auxiliam a criança a lidar com seus sentimentos e emoções. Eles são ótimos recursos para lidar com problemas de ansiedade e medo, por exemplo.

5. Expressão interior: ao desenhar, a criança consegue desenvolver técnicas de expressão, o que é fundamental para compreender funções sociais. Ela aprende a contar aos outros o que sente e o pensa enquanto ‘conversa’ com seu desenho.

6. Desenvolvimento da interação: o desenho e a pintura são atividades lúdicas e ajudam a criar uma interação entre adultos e crianças e entre crianças e crianças. Eles têm a capacidade de aproximar as pessoas. 

Especialista em educação, Janaína Spolidorio é formada em Letras, com pós-graduação em consciência fonológica e tecnologias aplicadas à educação e MBA em Marketing Digital. Ela atua no segmento educacional há mais de 20 anos e atualmente desenvolve materiais pedagógicos digitais que complementam o ensino dos professores em sala de aula, proporcionando uma melhor aprendizagem por parte dos alunos e atua como influenciadora digital na formação dos profissionais ligados à área de educação.

Giramille estreia na Amazon Prime Vídeo

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25 maio 2020


Animação da Girafa mais querida do Brasil já está disponível na plataforma de streaming.



 Giramille, desenho animado musical infantil, acaba de estrear na Amazon Prime Vídeo, umas das principais plataformas de streaming da atualidade.
Voltada para o público infantil, entre 0 a 4 anos, a animação possui conteúdo musical diferenciado e vídeos bilíngues, criados pela Dandico Produções, uma produtora 100% nacional.
Extremamente didática e educativa, a girafa mais querida do Brasil apresenta através de seus vídeos musicais uma maneira mágica e divertida de aprendizado infantil. A animação incentiva o brincar, cantar, dançar e a musicalidade infantil, além de reforçar o respeito à natureza e ao meio ambiente.
O desenho possui oito personagens: Giramille, a girafa; Tromba, o Elefante; Tuco, o Tucano; Tay, a Hipopótamo; Juba, o Leão; Tim, a Zebra; Nina, a Macaca e Guga, o Caranguejo. Essa turminha canta e dança cantigas brasileiras em cenários típicos africanos. Além do audiovisual, a animação feita em 2D apresenta legenda de fácil compreensão.
Além da Amazon Prime Vídeo, a animação já está nas principais plataformas digitais, como: Youtube Kids, FunKids, KinoPop, ZooMoo TV, PlayPlus, Looke Spotify e Deezer; e nos canais de TV: Net Now, Vivo Play, Claro Play e TV abertas como TV Brasil e RBTV Rede Brasil de TV (abrangência nacional), TV Asa Branca, TV Cidade Verde, TV Diário, entre outras.

Acompanhe as redes sociais:
Site oficial: www.giramille.com.br/
Instagram: @giramille

Coronavírus: crianças podem se exercitar em casa durante a quarentena

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05 maio 2020

Durante o período de isolamento, especialista da Little Kickers dá algumas dicas para manter as atividades físicas das crianças em dia


O mundo está em alerta com o coronavírus e, para evitar que a pandemia se alastre, a principal medida de prevenção é ficar em casa. Mas, com as aulas canceladas e a recomendação de não frequentar parques e estabelecimentos comerciais, quais atividades são possíveis de fazer com as crianças?

Além de serem fundamentais para o bom funcionamento do organismo, os exercícios físicos colaboram para desenvolvimento infantil e são ótimas ferramentas para “sair do tédio” durante o período de quarentena. 

Funcionamento do metabolismo

Todo exercício que movimenta o corpo aumenta o funcionamento do metabolismo e, consequentemente, a circulação sanguínea. É o que afirma Everson Pergher, educador físico e sócio-proprietário da franquia Little Kickers, que ensina esportes e idiomas no Brasil.

"30 minutos diários já são suficientes para fazer com que o organismo funcione melhor e auxilie a ter um sistema imunológico mais forte, ajudando a evitar a contração de doenças”, diz ele, que dá ideias de como sair da mesmice no período de quarentena. “A principal dica é usar a imaginação e ver aquilo que você tem à disposição” ressalta Pergher.

Algumas atividades simples podem ser realizadas dentro de casa. Com algumas garrafas, almofadas e outros obstáculos, a diversão se torna parte da tarefa. Isso ocorre, segundo Pergher, porque a criança aprende muito com o lúdico.



Exercitando todo o corpo

É possível trabalhar membros superiores e inferiores das crianças com brinquedos:  ao contar uma história e lhe dar um brinquedo, por exemplo, faça com que o pequeno pule por cima do objeto, encoste a barriga no brinquedo e faça isso repetidamente. Assim, a criança se mantém ativa em todas as partes do corpo de uma vez só.

Pergher também recomenda os circuitos como uma ótima forma de atividade. “Utilizando objetos que não sejam perigosos, é possível montar uma sequência de brincadeiras que estimulam diferentes partes do corpo”, aconselha. “Com algumas cadeiras, você pode fazer com que elas passem por baixo ou por cima delas; passem pulando sobre almofadas; andem em zigue zague por entre garrafas de plástico; pulem de um pé só por uma certa distância; ou subam os desçam de alguma escada”.


Participação dos pais é fundamental

O educador físico ainda ressalta a importância de praticar atividades com as crianças, a fim de evitar que passem muitas horas do dia em frente a dispositivos eletrônicos. “Não dá para ficar só no computador. O exercício é fundamental para a questão psicomotora, metabolismo, e tudo estar em pleno funcionamento”. 







Sobre a Little Kickers

A Little Kickers surgiu na Inglaterra, em 2002, e logo se expandiu para diversos países. No Brasil, a rede chegou em 2014, por iniciativa dos sócios Michele e Everson Pergher. O programa ensina futebol com inglês para crianças de 1 ano e meio a 7 anos. Não é uma escola de futebol tradicional, nesse sistema de ensino, as crianças aprendem mais de 450 palavras em inglês, trabalhadas em temas diversos a cada semana de aula, de forma lúdica e criativa, com a metodologia própria play not push™ (Jogue, sem pressão!), que foi desenvolvida por especialistas da Universidade de Cambridge e da Federação Inglesa de Futebol.

Atualmente, conta com mais de 8 mil alunos, que fazem aulas em escolas parceiras, clubes, condomínios e sedes próprias. São 40 áreas franqueadas espalhadas por todo o país. Em 2018 e 2019, a rede foi eleita pelo Guia de Franquias da Pequenas Empresas & Grandes Negócios como uma das 25 melhores franquias do setor de Saúde e Bem-Estar e ficou ranqueada na posição 199 na lista das 500 maiores franquias do mundo pela Entrepreneur Top Global Franchise 2018. www.lkfc.com.br 

Brincadeiras com bola para fazer durante a quarentena

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23 março 2020


Referência em produtos esportivos, a Penalty apoia as recomendações das autoridades de saúde e propõe o jogo dentro de casa


Em defesa do poder transformador do esporte e da socialização por meio da prática esportiva, a Penalty entende que é hora de dar uma pausa no jogo. Neste momento de quarentena devido ao combate ao coronavírus (Covid-19), a marca endossa as recomendações das autoridades de saúde e incentiva as famílias a ficarem em casa.

Para tornar a quarentena um momento mais leve e descontraído e ajudar pais e mães a distraírem as crianças, a Penalty sugere cinco brincadeiras com bola para fazer dentro de casa. Confira as dicas e arraste o sofá!


1.    Batata quente
A brincadeira é um clássico, mas pode ser que a turminha nunca tenha experimentado. Sentados em círculo, é só ir passando a bola enquanto alguém de fora da roda, de costas ou com olhos vendados, canta “batata quente, quente, quente... queimou”. Quando a pessoa parar de cantar, quem estiver com a bola perde e será a próxima a cantar “batata quente”. Para ficar mais desafiador, teste aumentar a distância entre os participantes e incluir alguns micos para o “queimado” de cada rodada pagar.

2.    Futebol cego
Forme duplas e amarre a perna direita de um na perna esquerda do outro. Um dos integrantes da dupla deve estar vendando e o outro será o responsável por conduzir a dupla. Improvise um gol com duas cadeiras, poltronas ou até mesmo um par de sapatos. Vence a dupla que conseguir marcar o maior número de gols no tempo estipulado.

3.    Canguru
A brincadeira é uma versão da corrida de saco. A ideia é apostar uma corrida entre os integrantes que devem se locomover pulando com uma bola entre os joelhos. Vence a disputa quem chegar primeiro, sem derrubar a bola. Para dificultar, coloque obstáculos no meio do caminho para os participantes pularem ou faça trajetos não-lineares.

4.    Palavra cruzada
Nesta brincadeira, a ideia é trabalhar o vocabulário da criançada. Faça uma roda e escolha uma letra. O participante que recebe a bola deve dizer uma palavra que comece com a letra escolhida e jogar a bola aleatoriamente para outro integrante. Quem erra, sai da roda. É possível tornar o jogo mais difícil, limitando as palavras a um tema, como em jogo de “stop”. Exemplo: animais com a letra P.

5.    Comando
Escolha uma parede livre, sem quadros ou espelhos pendurados. A ideia é jogar a bola na parede e obedecer a um comando dado pelo organizador. A brincadeira pode ser feita com um participante de cada vez ou todos ao mesmo tempo, dependendo da quantidade de bolas e do espaço disponível. O importante é acertar o comando e não deixar a bola cair. Quem errar, sai da brincadeira ou paga um mico. Sugestões de comandos:
- Palmas: joga a bola na parede, bate palmas e pega a bola de volta, sem deixar cair.
- Agachamento: joga a bola na parede, agacha e pega a bola de volta, sem deixar cair.
- Salto em um pé só: joga a bola na parede, salta em um pé só e pega a bola de volta, sem deixar cair.
- Direita e esquerda: joga a bola na parede com a mão direita e pega com a esquerda, sem deixar cair.
- Pirueta: joga a bola na parede, dá uma pirueta e pega a bola de volta, sem deixar cair.

Acerte na bola!
Para brincar dentro de casa, a Penalty aconselha priorizar bolas menores, como as de iniciação ou minibolas, e bolas de futsal ou campo, que quicam menos, ficando mais fácil de controlar o movimento. Antes de começar as brincadeiras, retire objetos que possam cair e quebrar, como vasos e itens de vidro, porcelana e cerâmica. Arraste móveis e sofás para deixar o ambiente o mais espaçoso possível. A marca sugere que os adultos entrem na brincadeira com as crianças e aproveitem para criar momentos de descontração e se exercitar.

Sobre a Penalty
Especializada em produtos para a prática esportiva, a Penalty® foi criada em 1970 pelo Grupo Cambuci, única multinacional de esportes do Brasil. A marca é a maior fabricante nacional de material esportivo e uma das precursoras do segmento no país. Na década de 1990, a Penalty seguiu com projetos de expansão e anunciou a criação de uma filial na Argentina, a primeira fora do Brasil, consolidando sua presença na América do Sul e no cenário internacional. A Penalty é pioneira no mercado de bolas, sendo a única fabricante brasileira com certificação internacional emitida pelas quatro instituições máximas das principais modalidades com bola: FIFA (futebol e futsal), FIVB (vôlei), FIBA (basquete) e IHF (handebol). 
Site oficial: https://penalty.com.br/.

Amamentação Cruzada

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05 fevereiro 2020

Já falei aqui no blog, no Instagram sobre amamentação, mais atrás acompanhando um perfil materno a mãe mencionou sobre amamentar o filho da irmã,  e lendo os comentários percebi que muitas falaram que as avós,  mães,  tias fizeram isso, algumas mesmo também  amamentaram filho de amigas, primas, essa prática é conhecida como AMAMENTAÇÃO CRUZADA,  e apesar de antigamente ser muito comum ela não é recomendada pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Por isso achei importante trazer esse assunto aqui também,  afinal hoje em dia temos muitos recursos para obtermos informações e orientações.

O que é amamentação cruzada,  você sabe?
A amamentação cruzada ocorre quando uma mãe amamenta o filho de outra
mulher que por algum motivo não pode ou não consegue amamentar. Esta prática é na
atualidade totalmente desaconselhada pela
sociedade brasileira de pediatria assim como desde 1985 a OMS organização
mundial da saúde, isto porque corre o risco do bebê ser contaminado com alguma
doença transmitida durante a amamentação, visto que o bebê ainda não tem anticorpos específicos para se proteger. 




Por que não é aconselhável a amamentação cruzada? E quais os riscos que ela oferece?

A amamentação cruzada traz riscos infecciosos para o recém-nascido, principalmente HIV, HTLV e Hepatites B, quando o recém-nascido ainda não está imunizado. Não é aconselhada a prática, mesmo em mulheres saudáveis e com pré-natal sem infecções, pois, existem janelas imunológicas onde não há exame para identificação, mas a lactantes já apresenta doença e risco de transmissão.

Além dessas doenças,  podem ser transmitidas também:

  • Hepatite C;
  • Citomegalovírus;
  • Mononucleose infecciosa;
  • Herpes simples;
  • Herpes zoster;
  • Sarampo;
  • Caxumba;
  • Rubéola;
  • Doença de Chagas.

Ao invés de praticar a amamentação cruzada o que a mamãe deve fazer?
A mãe deve procurar um profissional,  opediatra e seguir o aconselhamento sobre aleitamento, armazenamento de leite materno e técnicas de relactação. Caso não haja a possibilidade pela quantidade de leite ou pelos riscos do aleitamento, a mãe pode se beneficiar dos Bancos de Leite Humano (BLH).
Por isso a importância sempre ter todo um apoio , não só de profissionais mas de familiares também. 

Diferença entre amamentação cruzada e o Banco de  Leite?
A diferença é a pasteurização do leite e certeza da ausência de infecções e riscos no leite ofertado pelos Bancos de Leite.

Infelizmente ainda existem mulheres que acabam recorrendo a amamentação cruzada por acreditar que seu leite é "fraco", porém não existe leite fraco, isto que o leite materno é completo, equilibrado e suficiente para cada bebê. 
Uma importante observação é que o leite doado aos bancos de leite para ser utilizado é uma opção saudável e livre de 
riscos visto que o leite doado é tratado e pasteurizado ou seja, o mesmo é isento de 

qualquer possibilidade de transmissão de doenças sendo portanto uma prática segura. 

E lembrando que sempre que tiver alguma dúvida com relação a amamentação, procure a ajuda de um especialista, converse com seu médico!

Informações e colaboração para essa postagem, contei com as profissionais :

▪︎Dra Fernanda Torras, formada há 12 anos em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos, cursou 5 anos de Residência Médica pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, onde se especializou em Ginecologia,Obstetrícia e Mastologia.Mastologia.
Possui os Títulos de Especialista em  Ginecologia e Obstetrícia pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia e de Mastologia pela Sociedade Brasileira de Mastologia.

https://drafernandatorras.com.br/


▪︎ Dra Ana Fonseca
Formação acadêmica/titulação 2014 - 2016
Especialização - Residência médica.
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil.
Residência médica em: Pediatria
Número do registro: RQE nº 60813.



▪︎ Dra Ana Paula Monaragon - ginecologista e obstetra pela Faculdade de Medicina de Jundiaí e especialista em Medicina Fetal pelo Centro de Estudos Fetus, em São Paulo.

Brincando no Pé

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09 dezembro 2019

 Opção de férias para tirar crianças dos eletrônicos

As férias de dezembro estão batendo na porta. Se você é daqueles país que não vai conseguir se desvencilhar do trabalho e já está desesperado para saber o que fará com as crianças em São Paulo, o Brincando no Pé, localizado na Chácara Santo Antônio, bairro da Zona Sul, é a solução para os seus problemas.
De 16 a 20 de dezembro e de 6 a 31 de janeiro, o espaço de brincar dará início a sua temporada de férias, de segundas às sextas, das 9h às 13h ou das 14h às 18h. Se preferir, os pais também podem optar pelo período integral. A recreação, que tem duração de quatro semanas, é oferecida para crianças a partir de dois anos e segue o conceito consagrado pela Casa, pioneira no Livre Brincar e que conta com brinquedos, objetos e espaços para a criança escolher o que quer fazer, tudo em um ambiente lúdico, com grama, areia, brinquedos motores, fantasias, tintas e melecas de todos os tipos. 
Entre as atividades de férias estão pintura, caça ao tesouro, teatros, castelo de areia, teatro de sombra, bichos de jardim, entre outras. Além disso, em cada dia da semana acontece uma oficina diferente, sempre com intuito de oferecer descobertas sensoriais para as crianças. Destaques nesse ano para Cozinha da Natureza, Arte com Elementos Naturais, Jingando na Capoeira, Show de Talento, Oficina de Massinha e muito mais.



“A intenção é que as crianças fiquem longe dos aparelhos eletrônicos e se sintam livres para escolher como e com o que querem brincar, trocando experiências com as outras, interagindo e fazendo parte de um coletivo. Nossa equipe tem ampla experiência e apenas acompanha o ritmo das crianças, estimulando e respeitando os interesses e escolhas de cada um, sem nenhuma imposição”, explica Suely Bloch, pedagoga e proprietária do Brincando no Pé, lembrando que o ideal é que as crianças usem roupas confortáveis para brincar e levem uma muda a mais de roupa, caso seja necessário trocar.
O valor para brincar por um dia, em um período de 4 horas, é R$ 85. Fechando uma semana, o pacote sai por R$ 380; duas semanas por R$ 715; três semanas por R$ 1 mil; e quatro semanas por R$ 1260. Quem fechar até dia 06/12 ganha 5% de desconto Crianças menores de 3 anos necessariamente precisam estar acompanhadas de um adulto.
A alimentação não está inclusa no valor, e pode ser levada de casa ou adquirida no próprio espaço, que oferece um lanche com uma fruta, um suco e mais um acompanhamento (sanduiche, polvilho, milho, pão de queijo ou bolo) por R$12, e também almoço com comida caseira (arroz, feijão, carne ou frango, legumes, saladinha, suco natural e uma sobremesa) por R$ 19. “Defendemos uma alimentação saudável, com produtos in natura ou minimamente processados, para que as crianças não desenvolvam problemas de saúde. Por isso, os pais têm a liberdade de trazer a comida de casa, desde que siga essa ideia que o Brincando defende”, pontua.

Serviço:
Local: Rua Pedroso de Camargo, 319 - Chácara Santo Antônio, São Paulo
Horário de Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9 às 18 horas.
Telefone: (11) 9-9364-6887

Valores
MEIO PERÍODO 

Avulso R$ 85
1 semana R$ 380
2 semanas R$ 715
3 semanas R$ 1 mil
4 semanas R$ 1.260

INTEGRAL 

Avulso R$ 150
1 semana R$ 700
2 semanas R$ 1.320
3 semanas R$ 1.856
4 semanas R$ 2.310

Dia Mundial de Combate à Pneumonia

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12 novembro 2019

Doença é a principal causa de morte em crianças menores de cinco anos em todo o mundo.


No dia 12 de novembro celebra-se o Dia Mundial contra a Pneumonia, uma data criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2009, que tem como objetivo aumentar a conscientização e prevenção da doença. A pneumonia é uma infecção respiratória grave, considerada a principal causa de mortes de crianças menores de cinco anos em todo o mundo.  No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde (MS), apenas em 2018, mais de mil óbitos de pneumonia foram registrados em bebês e crianças de até quatro anos, sendo a doença uma das principais causas de morte infantil no país.

Sintomas da Pneumonia
Os principais sintomas de uma pneumonia aguda são tosse constante, febre, gemidos por causa de problemas respiratórios, dificuldade para se alimentar, apatia, prostração, e aumento da frequência respiratória. As crianças que manifestarem esses sinais devem ser levadas para atendimento médico imediato para tratamento adequado.

Doença Pneumocócica
O pneumococo causa doenças que atingem o sistema respiratório, a corrente sanguínea, e o cérebro, e são classificadas em dois tipos: Doença Pneumocócica Invasiva (DPI) – meningite, pneumonia bacterêmica e sepse, – e Doenças Não Invasivas, consideradas mais leves, que incluem otite média, sinusite, bronquite e a pneumonia não bacterêmica.
As Doenças Pneumocócicas Invasivas podem deixar sequelas graves ou até levar o paciente a óbito. A bacteremia (quando a doença atinge o sangue) e a meningite são as formas mais graves da doença. Cerca de 1 em 100 crianças com bacteremia, vão a óbito. Já com a meningite, este número é ainda mais impactante, sendo 1 óbito para cada 15 casos de infecção.
A pneumonia é uma infecção nos pulmões provocada por bactérias, vírus ou fungos. A bactéria Streptococcus pneumoniae (ou pneumococo) é o agente causador de doenças pneumocócicas e é responsável por 60% dos casos de pneumonia. A pneumonia causada pelo pneumococo é grave, mas é prevenível com a vacinação.

Transmissão
A bactéria (pneumococo) pode ser facilmente transmitida através da tosse, espirro ou por objetos contaminados de pessoas que contraíram a doença ou que estão com a bactéria, mesmo não apresentando sintomas. Por isso é tão importante a prevenção. Segundo o Dr. Emersom Mesquita, gerente médico de vacinas da GSK, é comum que pessoas, principalmente crianças, sejam portadores e transmitam a doença, mesmo sem adoecer. “E, com isso, qualquer pessoa pode ser afetada pela doença pneumocócica. Mas as crianças com até dois anos de idade, idosos, lactentes e pessoas com doenças crônicas e baixa imunidade são as mais vulneráveis”, alerta o Dr. Emersom.

Prevenção
A forma mais eficiente de prevenir as doenças pneumocócicas em crianças é com a vacinação. A introdução das vacinas pneumocócicas nos programas de vacinação de muitos países, pelo mundo, tem ajudado a reduzir as mortes infantis por pneumonia. Atualmente, 159 países esperam imunizar bebês contra as doenças causadas pelo pneumococo até 2020.
O Calendário de Vacinação do Programa Nacional de Imunizações (PNI) recomenda a administração de duas doses da Vacina Pneumocócica 10-valente (conjugada) idealmente aos 2 meses e aos 4 meses de idade e uma dose de reforço aos 12 meses. Já a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomendam a vacinação contra a doença pneumocócica em um esquema de três doses – 1ª aos 2 meses, 2ª aos 4 meses e a 3ª aos 6 meses de idade – e uma dose de reforço entre os 12 e 15 meses de idade.
A vacina pneumocócica está disponível gratuitamente nos postos de saúde para crianças menores de cinco anos.

Cobertura Vacinal
Apesar da vacina estar disponível de forma gratuita no Programa Nacional da Imunizações e já ter reduzido em pelo menos 40% as internações por pneumonia, em crianças menores de 2 anos, acende-se um alerta para queda nas coberturas vacinais.
Atualmente, a cobertura vacinal está abaixo do recomendado no país, principalmente a dose de reforço. Dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus), atualizado em setembro de 2019, apontam que, apesar de a cobertura vacinal do esquema primário ter chegado a 93% em 2018, a dose de reforço alcançou apenas 80%. Somente em 2016, a cobertura vacinal da primeira dose atingiu o percentual recomendado, que é de 95%.
Além da vacinação, outras formas de prevenção da doença em crianças são: lavar as mãos regularmente, garantir uma nutrição saudável, não compartilhar mamadeiras, copos e utensílios de cozinha e beber água potável.


Fonte:  GSK - empresa global de saúde com foco em ciência e com um propósito especial de ajudar as pessoas a fazer mais, sentir-se melhor e viver mais.

*Material dirigido ao público em geral. Por favor, consulte o seu médico.

Meu filho não desconecta.

💙
16 abril 2019

 
Psicóloga dá 7 dicas

O ambiente virtual está cada vez mais atraente. Vídeos, conversas com amigos, jogos, estudos, interação com grupos que temos afinidades... Com tanta coisa que dá para fazer na internet cada vez mais as crianças e adolescentes estão "online".

Para a psicóloga Andréa Xavier, de Sorocaba (SP) o uso em exagero acaba tirando os usuários do mundo real, ficando cada vez mais difícil o desenvolvimento interpessoal.
A especialista, que também é influenciadora e tem mais de 30k seguidores no Instagram, listou 7 dicas que podem ajudar os pais em como colocar limites nos filhos e não os deixando na companhia de uma "babá" tecnológica.

1- O tempo com filhos: Estar presente na vida dos filhos é o princípio de tudo. Excesso de trabalho não deve ser motivo para que os pais não deem atenção às crianças. "É preciso estar atento às atividades do filho, acompanhando todo o processo de crescimento dele. Lembrando que isso não demanda quantidade de tempo mas sim qualidade no tempo em que os adultos se relacionam com as crianças", adverte a psicóloga.

2- Diálogo - "Da mesma maneira que os pais devem conversar com seus filhos sobre todos os perigos ao sair na rua, sobre não falar com estranhos, estar atentos as abordagens de qualquer pessoa, deve ter a postura dos pais em relação ao uso da tecnologia", comenta Andréa. Para facilitar e fazer com que seu filho cumpra os limites, utilize sempre a explicação, para que o menor compreenda o porquê do mesmo.

3 - Análise de comportamento - Reações negativas, ansiedade, impaciência, nervosismo e agressivas são sinais que é hora de desligar o eletrônico. "Trocar a internet por outro programa com a família, brincar ao ar livre, um esporte ou um cinema podem ser saídas do mundo virtual desta criança ou adolescente. "Pode-se montar um cronograma com atividades que os agradam, depois de finalizarem suas responsabilidades. ", afirma a especialista que aconselha a deixar um espaço também para tecnologia, mas que nao seja somente este o divertimento.

4- Castigo - A psicóloga afirma que nenhum castigo ou forma dura de repreensão é bem vinda. "Só o fato da criança/adolescente se sentir castigada pode gerar mais rebeldia e o comportamento pode se agravar", analisa a especialista. Limites são ideais e não causam traumas. A melhor maneira de se tratar esse assunto é através da prevenção.

5 - Insegurança - Frequentemente quem se esconde atrás da tecnologia, são aquelas pessoas que tem muita dificuldade no contato pessoal e que se sentem mais seguras ao se relacionar pelo mundo virtual. "Por trás de um smartphone não é possível que o outro te veja, perceba as reações e as suas fraquezas. O contato com o mundo real muitas vezes é duro e tem muitos que não estão preparados. Mais uma vez cabe aos pais estarem atentos , pois é muito difícil se desenvolver sem se relacionar", comenta Andréa.

6- Traumas - As crianças ou adolescentes podem ser expostas na internet, como o bullying virtual ou vazamento de fotos ou vídeos íntimos. Para Andréa é necessário educar os filhos sobre a auto responsabilidade. "A melhor maneira de conscientizá-lo é chamá-lo para a realidade", seus atos sempre trazem consequência, boas ou ruins, e que embora eles sejam levados ou instigados por outras pessoas e até mesmo por vídeos e desafios da internet , sempre será dele a decisão de fazer ou não, permitir ou não". A psicóloga alerta que os pais precisam deixar claro para os filhos que eles podem confiar nos adultos que os cercam para contar sobre os casos sem medo de represálias.

7 -Equilíbrio - É necessário refletir antes de responder alguma solicitação de seu filho. " O ideal a ser feito é pensar bem e ter certeza da sua decisão para depois não voltar atrás. Nunca prometa o que não poderá cumprir! Limites devem ser colocados com equilíbrio e argumentos seguros", completa a especialista. 

*Andréa Xavier é psicóloga clínica e também orientadora vocacional e profissional. @terapeuta_andreaxavier

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